Mário Barber, encerra conferência que reúne especialista sobre “Importância da Investigação Científica para um Futuro Sustentável”

Num enquadramento sobre o tema “A importância da Investigação Científica para um Futuro Sustentável”, a Academia BAI analisa a COVID-19 que levou a comunidade científica a elaborar diversas pesquisas para a contenção do vírus num tempo recorde.

Ao Vice-presidente do BAI e PCA da Fundação com o mesmo nome, Mário Barber, caberá a honra de encerrar a Conferência “Aniversário 25 anos BAI e 9 Academia BAI”, sob o lema “A importância da Investigação Científica para um Futuro Sustentável”.

O certame deverá decorrer Quinta-feira próxima, 25, em Luanda, no Auditório Academia BAI com o suporte das plataformas Facebook e Youtube desta academia.

A agenda do encontro, segundo soube o Mercado, reserva às “horas da casa”, a abertura (Academia BAI 9 Anos de História) a PCE da referida academia, Noelma Viegas D´Abreu, seguindo-se entre outras actividades, uma Mesa Redonda – Visão Científica e o Futuro por Rosa Cruz e Silva, Doutoranda em História de África, com distintos intervenientes, para além de um momento de “Testemunhos das Diversas Áreas de Saber: Um Momento de Incertezas” por Francisco Paulo – Mestre em Economia e Finanças; Fernanda Dias – Doutorada em Medicina (Clínica das Doenças Tropicais); Filomeno Fortes – Doutorado em Ciências Biomédicas, cujo um dos momentos mais altos deverá ser a sessão de “Perguntas e Respostas” no culminar do evento.

Num enquadramento sobre o tema “A importância da Investigação Científica para um Futuro Sustentável”, a Academia BAI analisa a COVID-19 que levou a comunidade científica a elaborar diversas pesquisas para a contenção do vírus num tempo recorde.

Contudo, diz aquela academia, “não nos podemos esquecer de que sempre existiram diversos factores considerados como ameaças à saúde da humanidade, sendo eles doenças, poluição atmosférica, perda da biodiversidade, colapso dos ecossistemas, entre outros e os cientistas e investigadores foram desenvolvendo o seu trabalho, por vezes com poucos recursos”.

Actualmente, refere aquela instituição, “é consensual”, relevante e importante que a pesquisa deve seguir um método científico, para a construção de hipóteses, análise de dados, comunicação de resultados e moldar-se a princípios éticos e bioéticos para que os seus resultados sejam ratificados.

Assim, entende a Academia BAI, pesquisas clínicas mostram que esforços têm sido feitos para salvaguardar a valorização da vida humana, e o vírus SARS-Cov 2 é disso exemplo, respeitando padrões éticos rigorosos a nível nacional e internacional, para garantir que o mundo não fique exposto a riscos.

Apesar de ser um processo bastante rigoroso, adianta esta academia, a World Health Organization afirma que “não existe nenhuma vacina que confira 100% de protecção e imunidade”, mas que com um número alto de pessoas vacinadas poderá beneficiar um grau de segurança aqueles que não poderão fazê-lo, isto para qualquer tipo de doenças.

“O exposto leva-nos a reflectir, sobre o papel e importância da investigação científica em prol da diminuição ou erradicação de algumas doenças, num mundo que pode tornar-se mais turbulento, volátil e incerto, com mudanças e alterações que criam incerteza e que necessitam de uma visão a 360 graus permitindo-nos lidar melhor com a diversidade, para uma tomada de decisão mais consciente”, ressalta um comunicado da Academia BAI, que deixa no ar um conjunto de questionamentos.

E em Angola?

De que forma é interpretado o papel da investigação científica?

Que contribuições têm feito para a resolução de problemas imediatos?

Qual o papel dos centros universitários?

Como está a produção de conhecimento e a sua divulgação?

E de que modo a sociedade entende a relevância destes estudos?

Em resposta a estas perguntas, a Academia BAI considera que existe um trajecto a ser percorrido, e a “necessidade de espaços para reflexão e troca de experiências, é com este intuito que mais uma vez, o Banco Angolano de Investimentos e a Academia BAI organizam um momento para que decisores, investigadores e público em geral possam trocar experiências com a vontade e o desejo de alcançar resultados sempre a pensar e antecipar o futuro”.

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